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segunda-feira, 5 de março de 2012

FRAGAS - Projec~



Os laços de amor, mesmo os mais fortes, os de uma Mãe, duram para sempre? Pode um simples ser humano rejeitar o que o seu corpo criou e alimentou, alguém que a sua alma adorou durante anos, o seu sangue que não lhe corre nas veias? Conseguirá o tempo, imperador dos homens, romper as maiores raízes que o coração uniu? O Homem nem sempre nasce bom e a sociedade, boa ou má, nem sempre corrompe. Um filho de um jogo contemporâneo fugiu para bem longe das primitivas e jubiladas acções enformadas de honra e dignidade. Lá onde o rio trocou com as margens, o mar com a areia. Lá longe, onde o infinito não é o céu, mas o chão asfaltado que se calca. E Deus, não tem nada a ver com isto... As cores mirraram, restando agora as máquinas que, de uma, traçam milhentas. Os ventos foram sugados, restando o sopro dos valores jorrados em papel. A chuva já não visita, é visitada e o sol é culpado até prova em contrário. E o Homem, não tem nada a ver com isto.... João Neca  (http://www.tmg.com.pt/eventodetalhe.aspx?idevento=678)

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Sexta: “Não se brinca com o amor” pelos Artistas Unidos



Na sexta, dia 27 de Janeiro, o TMG apresenta no Pequeno Auditório a peça “Não se brinca com o amor”, do dramaturgo francês Alfred de Musset pelosArtistas Unidos.
Numa encenação de Jorge Silva Melo, este drama amoroso é protagonizado por Catarina Wallenstein e Elmano Sancho. A peça foi publicada em 1834 e esta é a primeira vez que é representada em Portugal. A sessão é para maiores de 12 anos e está marcada para as 21h30.
«(…) Lembrei-me da invenção da juventude, essa melancólica inocência que para sempre ficou no romantismo de Musset. Ninguém falou tão bem da palpitação do coração, da incerteza dos dias, da tragédia que é ser jovem e não saber o que fazer dos seus anseios. Esta será a estreia em Portugal de um dos mais belos clássicos de sempre, o dorido “On ne badine pás avec l’amour”. Numa produção quase sem cenário, com um elenco muito jovem, pronta para digressão. Como se voltássemos às récitas escolares...», Jorge Silva Melo, o encenador, explica assim a escolha desta peça para o reportório da companhia.
Na história, o orgulho é a causa principal deste drama dos amores de infância de dois adolescentes que não chegam a alcançar o mundo amoroso dos adultos.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

sexta-feira, 25 de novembro de 2011